Licenças de software e propriedade intelectual no contrato
Quem é o dono do código que você pagou para desenvolver? E das bibliotecas usadas nele? O que precisa estar claro no contrato.
Por Equipe We Codex3 min de leitura
Muitas empresas descobrem, num momento crítico — venda, investimento, troca de fornecedor —, que o contrato de desenvolvimento não deixa claro quem é o dono do software. Este conteúdo é orientativo; para o contrato em si, consulte um advogado.
O que o contrato deve deixar claro
- 1.Titularidade do código desenvolvido sob medida: cedido à empresa contratante.
- 2.Componentes pré-existentes do fornecedor: ferramentas e bibliotecas próprias que ele usa em vários projetos costumam ser licenciadas, não cedidas — e isso precisa estar escrito.
- 3.Entrega do código-fonte: quando, em que formato, com quais acessos.
- 4.Contas e ativos: domínio, repositório, nuvem e serviços em nome da empresa (Código, domínio e servidor em nome da empresa: por que exigir).
- 5.Confidencialidade dos dados e do negócio.
Software de terceiros
Quase todo sistema usa bibliotecas de código aberto, cada uma com sua licença. A maioria permite uso comercial sem problemas; algumas impõem obrigações, como abrir o código do produto em certos casos. Um inventário de licenças evita surpresas — e é item de Due diligence técnica: avaliando o software antes de comprar a empresa.
Serviços de terceiros
APIs, plataformas e ferramentas têm termos de uso que podem restringir revenda, volume ou setores.
Conteúdo e IA
Textos, imagens e código gerados com ajuda de IA também merecem atenção às condições de uso das ferramentas.
Esse é um dos pontos de Como contratar uma software house: perguntas que evitam dor de cabeça.
Na We Codex, o código sob medida é do cliente. Veja sistemas web ou fale com a gente.
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Este artigo mostra o caminho. A implementação sob medida — o detalhe que muda o resultado no seu caso — é o trabalho da We Codex, empresa de engenharia do grupo Wocom.
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